Sera possível que os fantasmas do passado tornem-se o alicerce pro meu presente respirar?
Será possível querer-te tão perto, enquanto o destino nos mostra que estás cada vez mais longe?
Será pecado desejar-te loucamente, sentir tua falta quando estou só?
Será inconveniente ligar-te no meio da noite, apenas para ouvir tua voz?
Será apenas fogo, ardente, louco, que tem brasas crepitantes no início, e depois se resume apenas a cinzas espalhadas pelo chão?
Porque quanto mais longe está, mais perto me sinto de ti?
Porque quando nossos corpos estão juntos, o mundo para de girar?
Porque parece que toda energia do mundo se concentra no espaço entre nossos lábios?
Porque o desejo de te tocar torna-se constante e predominante a cada minuto?
Apesar de atribulados, meus dias não existem se não paro ao menos um minuto para deixar tua imagem me dominar. Você se tornou meu ponto de paz, e quando tudo parece estar perdido, me lembro que existe você.
Olho pro céu, contemplo uma estrela, e meu coração respira aliviado, pois sabe que em algum lugar, tu olhas pra mesma estrela, pro mesmo céu.
Vem! vamos viver nosso sonho, vamos resgatar o que perdemos da primeira vez. Nossa história não termina aqui, não haveria razão para amar-te tanto se fosse apenas perda de tempo. E não haveria razão de a recíproca ser verdadeira como sei que é.
Não sei se há razão, mas porque não ser tão louca assim?
Por ti vale a pena!
te amo, e te desejo. talvez muito mais do que da primeira vez, talvez muito além de simples atração.
você sabe dominar meu ponto de equilíbrio, e isso basta.
como diria o poeta " que não seja imortal posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure!" acerca disso lhe convido:
VEM SER FELIZ COMIGO?
por: anna paula moura
terça-feira, 25 de maio de 2010
segunda-feira, 17 de maio de 2010
•
Uma nuvem perdida entre as pipas.
Uma tulipa encantada, amarrada ao vento, enraizada no nada.
eu sou tudo que você não decifra, não entende e te devora.
sou um enigma que ama e apavora.
Sou tudo que te afasta de ti mesmo e te rasga por dentro.
E que te tira o eixo e o centro.
Sou seu salto para o infinito. Mistério escrito na pele. em medos e sonhos.
é o meu refúgio à beira do abismo.
Sou eu! Meu descompasso,o erro, o passo mal dado que te empurrou fora do céu.
É o que me solidifica, ao léu.
sexta-feira, 14 de maio de 2010

O grande medo do homem moderno é o de amar, que é tão grande quanto o medo de não ser amado. Num mundo tão materialista, muitas pessoas se sentem envergonhadas de amar, como se fosse algo ridículo e bobo.
Esse medo faz com que as pessoas arrumem desculpas e justificativas para explicar suas inseguranças. Ele faz parte da nossa vida. Negá-lo ou inventar respostas fáceis é o que menos resolve.
Todos os seres humanos possuem um grande objetivo na vida: viver em estado de pleno amor. Talvez poucas pessoas estejam conscientes da importância que o amor tem ou pode ter em sua existência. Alguns vivem o amor em sua plenitude pelo simples fato de dispor dele em abundância. Aprenderam a amar, a se entregar ao ser amado e a criar relacionamentos criativos.
Infelizmente, porém, a realidade da maioria é o permanente estado de carência, de confusão emocional, de miséria afetiva. Vivem em solidão, isolados num apartamento, ou num casamento sem amor, ou em relações superficiais sem um envolvimento profundo.
O grande medo do homem moderno é o de amar, que é tão grande quanto o medo de não ser amado. Num mundo tão materialista, muitas pessoas se sentem envergonhadas de amar, como se fosse algo ridículo e bobo. Somos seres nascidos para o amor e, no entanto, negamos na prática nossa própria essência.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
continua vivo, em nossos corações.

enquanto um jovem no mundo acreditar no ideal que propuseste, estarás vivo no coração dele. tuas palavras se tornaram nossa filosofia de vida, e a maior prova disso é essa grande massa de jovens que estão se tornando homens e mulheres direitos, e que clamam por ti, B.P. Agradecemos por ter existido e por ter nos deixado um legado tão forte, que construiu nosso caráter e tornou-nos em verdadeiros seres humanos! o nosso BRAVO, BRAVO, BRAVÍSSIMO a você, Robert Stephenson Smith Baden Powell.
domingo, 9 de maio de 2010
se eu soubesse, pai.
Se eu soubesse que aquela seria última vez que veria seus olhos brilharem,
Eu teria te abraçado bem forte...Olhado nos seus olhos...
Se eu soubesse que aquele seria seu último sorriso,
Eu o guardaria na memória, pra todos os dias lembra-lo...
Se eu soubesse que aquela era sua última lágrima
Eu a pegaria, e guardaria com muito amor...
Se eu soubesse que aquela seria a última bronca que eu levaria,
Teria dado um sorriso e levado aquilo como uma lição...
Se eu soubesse que se você saísse de perto de mim, aconteceria algo ruim,
Eu teria te segurado, e não deixado você ir...
Se eu soubesse que aquela chatice era puro amor,
Eu teria aceitado sem chorar, todo aquele amor feito pra mim...
Se eu soubesse que me chamaria de ‘filha’ pela última vez,
Teria gravado suas palavras em minha mente, para poder te ouvir todos os dias...
Se eu soubesse que era a última vez que veria você,
Eu teria guardado sua imagem, para poder te ver com os olhos do coração...
E por fim... Se eu soubesse que aquele seria o último momento que eu poderia passar com você...
Ah..Eu te abraçaria com toda força...te daria um beijo na testa, pediria perdão por todos os meus erros...e num sussurro eu lhe diria no ouvido o quanto te amo...e o quanto é importante pra mim... Te lembraria todos os dias das nossas aventuras...
Ah! Se eu soubesse...
Você me xingou, eu revidei. Você me falou, eu não te ouvi.
E só depois percebi que naquele momento as minhas desculpas já não adiantariam... O meu abraço não seria sentido... A minha voz não seria mais ouvida... O meu amor não seria mais necessário...
Mas nunca é tarde para se arrepender...
Pense, faça, olhe... Nunca deixe nada para amanhã... Viva o momento...
Porque amanhã pode ser tarde... Muito tarde.
por: anna paula moura
para: paulo roberto de moura (meu herói, meu anjo, meu pai que tão cedo se foi)
Eu teria te abraçado bem forte...Olhado nos seus olhos...
Se eu soubesse que aquele seria seu último sorriso,
Eu o guardaria na memória, pra todos os dias lembra-lo...
Se eu soubesse que aquela era sua última lágrima
Eu a pegaria, e guardaria com muito amor...
Se eu soubesse que aquela seria a última bronca que eu levaria,
Teria dado um sorriso e levado aquilo como uma lição...
Se eu soubesse que se você saísse de perto de mim, aconteceria algo ruim,
Eu teria te segurado, e não deixado você ir...
Se eu soubesse que aquela chatice era puro amor,
Eu teria aceitado sem chorar, todo aquele amor feito pra mim...
Se eu soubesse que me chamaria de ‘filha’ pela última vez,
Teria gravado suas palavras em minha mente, para poder te ouvir todos os dias...
Se eu soubesse que era a última vez que veria você,
Eu teria guardado sua imagem, para poder te ver com os olhos do coração...
E por fim... Se eu soubesse que aquele seria o último momento que eu poderia passar com você...
Ah..Eu te abraçaria com toda força...te daria um beijo na testa, pediria perdão por todos os meus erros...e num sussurro eu lhe diria no ouvido o quanto te amo...e o quanto é importante pra mim... Te lembraria todos os dias das nossas aventuras...
Ah! Se eu soubesse...
Você me xingou, eu revidei. Você me falou, eu não te ouvi.
E só depois percebi que naquele momento as minhas desculpas já não adiantariam... O meu abraço não seria sentido... A minha voz não seria mais ouvida... O meu amor não seria mais necessário...
Mas nunca é tarde para se arrepender...
Pense, faça, olhe... Nunca deixe nada para amanhã... Viva o momento...
Porque amanhã pode ser tarde... Muito tarde.
por: anna paula moura
para: paulo roberto de moura (meu herói, meu anjo, meu pai que tão cedo se foi)
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Como imperfeito ator que em meio à cena
O seu papel na indecisão recita,
Ou como o ser violento em fúria plena
A que o excesso de forças debilita;
Também eu, sem confiança em mim, me esqueço
No amor de os ritos próprios recitar,
E na força com que amo me enfraqueço
Rendido ao peso do poder de amar.
Oh! sejam pois meus livros a eloqüência,
Áugures mudos do expressivo peito,
Que amor implorem, peçam recompensa,
Mais do que a voz que muito mais tem feito
Saibas ler o que o mudo amor escreve,
Que o fino amor ouvir com os olhos deve.
WILLIAN SHAKESPEARE
mais um dia, veremos o que será.
O seu papel na indecisão recita,
Ou como o ser violento em fúria plena
A que o excesso de forças debilita;
Também eu, sem confiança em mim, me esqueço
No amor de os ritos próprios recitar,
E na força com que amo me enfraqueço
Rendido ao peso do poder de amar.
Oh! sejam pois meus livros a eloqüência,
Áugures mudos do expressivo peito,
Que amor implorem, peçam recompensa,
Mais do que a voz que muito mais tem feito
Saibas ler o que o mudo amor escreve,
Que o fino amor ouvir com os olhos deve.
WILLIAN SHAKESPEARE
mais um dia, veremos o que será.
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